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	<title>Abaixo o Presidente!</title>
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		<title>Da garrafa não, obrigado!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 08:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes nos teremos questionado sobre a qualidade da água que nos chega engarrafada e sobre aquela que jorra das nossas torneiras?
Quantas vezes nos teremos questionado sobre quem controla a qualidade da primeira e a qualidade da segunda?
Quantas vezes nos teremos questionado sobre quem domina estes negócios das águas engarrafadas, por que estão lá metidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes nos teremos questionado sobre a qualidade da água que nos chega engarrafada e sobre aquela que jorra das nossas torneiras?</p>
<p>Quantas vezes nos teremos questionado sobre quem controla a qualidade da primeira e a qualidade da segunda?</p>
<p>Quantas vezes nos teremos questionado sobre quem domina estes negócios das águas engarrafadas, por que estão lá metidos os principais gigantes<br />
da indústria de refrigerantes e por que não tem havido notícias de falências no sector?</p>
<p>Poderia ficar aqui, indefinidamente, a fazer perguntas sobre esta história das águas, mas o melhor e talvez mais proveitoso é assistir-se a este pequeno filme. São só oito minutos que, apesar de reflectirem apenas um dos pontos de vista sobre a matéria, poderão ser determinantes para desbloquearem respostas a perguntas que talvez já tenhamos colocado a nós próprios. Ou se calhar, talvez não!</p>
<p><object width="446" height="230"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10751409&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10751409&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="446" height="230"></embed></object></p>
<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7637&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Caso Farewell &#8211; Estreia hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
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O Caso Farewell começa em 1981, depois da invasão da União Soviética ao Afeganistão. As relações entre os Estados Unidos da América e a União Soviética estão no seu ponto mais frágil em mais de uma década. Um simples homem de negócios francês residente em Moscovo, Pierre Froment, estabelece uma ligação indesejada com Grigoriev, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/RmpmmJK1tTDBLv1iESam/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="278" allowFullScreen="true"></embed></p>
<p>O Caso Farewell começa em 1981, depois da invasão da União Soviética ao Afeganistão. As relações entre os Estados Unidos da América e a União Soviética estão no seu ponto mais frágil em mais de uma década. Um simples homem de negócios francês residente em Moscovo, Pierre Froment, estabelece uma ligação indesejada com Grigoriev, um destacado oficial do KGB desencantado com aquilo em que o ideal comunista se tornou às mãos de Brezhnev (antigo Presidente da União Soviética 64-82). Grigoriev começa por passar informação altamente confidencial acerca da rede de espiões soviéticos nos Estados Unidos. </p>
<p>Atormentado pelo medo de pôr a sua mulher e filhos em risco, e ao mesmo tempo pela vontade de saber mais, Forment, leva os documento até ao governo francês. Rapidamente a informação chega à Casa Branca e leva o regime soviético ao ponto de rotura, obrigando o KGB a intensificar os seus métodos na busca desta fuga de informação, colocando ambos os homens e as respectivas famílias num perigo extremo.</p>
<p>(Extracto do trailer)</p>
<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7618&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os Bárbaros &#8211; Um teste à memória</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[nte]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4142/4861498964_fa4349cac3.jpg" width="460" height="279" alt="barbaros3c" /></a></p>
<p>
Perguntaram-me há três dias se sabia onde estava no dia 8 de Janeiro de 1966. </p>
<p>A questão posta assim, sem prévio aviso ou qualquer rodeio que a fizesse anunciar, tanto poderia ser entendida como uma chocante perversidade face à desfaçatez do desafio, como – e acabaria por ser isso mesmo – uma doce consolação pelas gratas recordações que a resposta fazia agora emergir dos mais esconsos cantos do meu esquecimento.</p>
<p>Nesse dia de há já quarenta e quatro anos, o Hernâni Araújo na viola ritmo e nas teclas, o Artur Pinto na bateria, o Vladimiro Castilho na viola baixo, e eu próprio na viola solo, corporizando um projecto que nascera havia pouco mais de um ano e que se dava pelo nome de “os Bárbaros”, actuávamos pela segunda vez no Teatro Monumental, em Lisboa (onde foi tirada esta fotografia), num muito saudado evento intitulado Concurso Yé-Yé.</p>
<p>Servindo como um dos canais de angariação de fundos do Movimento Nacional Feminino, que o promovia, este concurso pôs em confronto, durante várias semanas e em várias eliminatórias, grupos <em>rock</em> de todo o país.</p>
<p>Para quem não sabe, o Movimento Nacional Feminino, do qual só durante a guerra colonial me vim a aperceber da verdadeira extensão dos objectivos que perseguia, era uma organização em perfeita sintonia com o Estado Novo e os seus dirigentes, funcionando como muleta da ditadura de Oliveira Salazar.</p>
<p>Criado por 25 mulheres todas elas ligadas às elites do sistema em 28 de Abril de 1961 (pouco depois da eclosão do conflito em Angola e por circunstância fortuita ou premeditadamente no dia de anos de Salazar), o MNF era uma associação em cuja actividade predominava o <a href="http://ultramar.terraweb.biz/06livros_silviaespiritosanto.htm" target="_blank">apoio moral</a> aos soldados que participavam na guerra colonial.</p>
<p>No fundo, e esta é a minha opinião, compartilhada de resto por muito boa gente, nada mais era que um instrumento da imensa máquina de acção psicológica do regime, destinada a incutir nos militares em combate noções tão cientificamente inexactas como <strong>raça</strong>, historicamente tão desajustadas como <strong>império</strong>, ou, naquele contexto, moralmente tão ignóbeis como <strong>sentido do dever</strong> e <strong>imperativo patriótico</strong>.</p>
<p>Foi presidido, desde o começo até à sua extinção pela Junta de Salvação Nacional em 1974, por Cecíclia Supico Pinto, casada com Clotário Luís Supico Ribeiro Pinto, ministro das finanças de 44 a 47 e homem destacado da União Nacional. </p>
<p>A “<a href="http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2008/02/guin-6374-p2520-blogue-fora-nada-o.html" target="_blank">Cilinha</a>”, como era conhecida e tratada nos meandros militares, terreno por onde se movia como perca no rio Nilo, foi a figura de proa, ou a testa de ferro se se quiser, escolhida por quem urdiu a estratégia, por estar muito próxima do poder &#8211; era amiga e confidente de Salazar -, pelo seu verbo fácil, pelo seu voluntarismo, pelo seu incontornável gosto por viajar e por ter uma dose quanto bastasse de sede de aventura. O suficiente, pois, para concitar simpatias, para atrair sobre si todas as atenções, tal como hoje acontece com as actrizes de novelas.</p>
<p>Voltemos agora a “os Bárbaros”: tendo participado no concurso Yé-Yé por duas vezes  &#8211; haveria de chegar às <a href="http://luisdel.wordpress.com/2008/01/08/432/#comments" target="_blank">meias-finais</a> do tal 8 de Janeiro de 66, nas quais se defrontaram com grupos fortes do rock português, como “os Sheiks”, onde pontificavam Paulo de Carvalho, Carlos Mendes e Fernando Tordo, “os Chinchilas”, “os Demónios Negros”, “os Diamantes Negros”, “os Tártaros” e “os Sombras” -, viria a registar, aos longo dos cinco anos da sua fugaz existência, várias alterações na sua composição.</p>
<p>Ainda anteriormente à primeira ida a Lisboa do grupo, Mário Rebola fora substituído por Vladimiro Castilho no baixo; depois disso, Artur Pinto deu lugar a Chico Correia na bateria e este, poucos meses depois, a Tó Veloso. Hernâni Araújo viria a ser o elemento seguinte a abandonar o conjunto para dar lugar a Victor Castilho. Esta troca provocou a primeira mudança estrutural no grupo: eliminava-se uma guitarra rítmica para se introduzir um instrumento de teclas, o órgão, correspondendo de certo modo a uma tendência que se vinha a acentuar na maior parte das bandas a nível internacional. Em Outubro de 69 seria a minha vez de deixar o conjunto, em viagem directa e compulsória para as fileiras do exército. </p>
<p>Seria injusto, entretanto, não registar a passagem pelo grupo de Nurmi Rocha como vocalista convidado. Ele permitiu, para além de nos privilegiar com o seu enorme talento de <em>entertainer</em>, trazer para o nosso lado uma camada de público que ainda não estava bem na nossa onda. Outros tempos.</p>
<p>“Os Bárbaros”, como tal, ainda viriam a durar mais uma ano após o meu abandono.</p>
<p>Têm sido algumas as vozes que se me têm manifestado para que o conjunto e todos aqueles que circulavam nos seus bastidores – e eram muitos e abnegados aqueles que o faziam – se reunissem de novo num convívio a que eu, sem qualquer menosprezo pela iniciativa, poderia chamar de revivalista, para que se revissem amigos de algumas décadas e se refrescassem memórias. </p>
<p>Tenho-me escusado a pensar nisso, por rejeitar liminarmente a saudade. Seria mexer com recordações dolorosas como a perda prematura de amigos muito queridos que, passados estes anos todos, ainda não consegui ultrapassar.</p>
<p></p>
<p style="font-size: 12px; color: black; font-family: garamond;">Créditos: Hernâni Araújo (foto)</p>
<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7525&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dia da Independência</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

São conhecidos, no Ocidente, os constrangimentos colocados às mulheres no Afganistão em muitas áreas da sua vida, com particular relevância para os aspectos que se ligam com a educação.
A atenção que os meios de comunicação internacionais dão à guerra que lá se desenrola e àquilo que a circunscreve – e estão cada vez mais perdidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4142/4863237816_a3aecbd5b8.jpg" width="480" height="360" alt="dia-independencia" /></a></p>
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<p>São conhecidos, no Ocidente, os constrangimentos colocados às mulheres no Afganistão em muitas áreas da sua vida, com particular relevância para os aspectos que se ligam com a educação.</p>
<p>A atenção que os meios de comunicação internacionais dão à guerra que lá se desenrola e àquilo que a circunscreve – e estão cada vez mais perdidos na nossa memória os abstrusos motivos com que os americanos a justificaram -, não nos permitem perceber que há muitas ilhas de paz neste flagelado país, onde as mulheres livremente se integram nas mais diversas actividades sociais.</p>
<p>É o caso do Daikundi, provavelmente a mais pobre, mais remota e mais deprimida das trinta e quatro províncias do Afeganistão, onde, comparativamente, as mulheres gozam de um ambiente livre e aberto, não existindo qualquer restrição para irem à escola ou que obste a que desenvolvam e participem noutras actividades educativas.</p>
<p>Na fotografia, uma bela imagem de Muzafar Ali, na qual se testemunha uma marcha de raparigas estudantes, precisamente na província de Daikundi, que comemora o dia da independência do Afganistão, desligado do Império Britânico desde 19 de Agosto de 1919.</p>
<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7548&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação Sexual</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 10:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Valores e princípios há que para serem mantidos ou alcançados, manda a nossa consciência que nos lancemos, seja esse o caso, na mais encarniçada luta ou que mantenhamos o nosso mais profundo empenho para que os atinjamos ou consolidemos.
Agora, confundir valores universais com interesse pessoal ou corporativo, direitos com intransigência, isso, em meu entender, tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valores e princípios há que para serem mantidos ou alcançados, manda a nossa consciência que nos lancemos, seja esse o caso, na mais encarniçada luta ou que mantenhamos o nosso mais profundo empenho para que os atinjamos ou consolidemos.</p>
<p>Agora, confundir valores universais com interesse pessoal ou corporativo, direitos com intransigência, isso, em meu entender, tem mais a ver com falta de inteligência.</p>
<p>E é exactamente dessa ausência que este cartoon nos fala. De uma maneira deliciosa, mas ao mesmo tempo também dramática. Foi publicado no número de 17 de Abril da revista Time.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4113/4833979486_8f7a458aea.jpg" width="480" height="313" alt="sexual" /></a><br />
<head><br />
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</script><!-- STEP TWO: Use the following button code for the new window --></p>
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		<title>Lyle Lovett</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 18:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
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Há quase uma década que lhe ando no encalço. Não sei se foi uma canção do Al Green (Funny How Time Slips Away), que entusiasticamente recomendo, que me levou a bater-lhe à porta, o que é certo é que desde então, e sempre que posso, tenho pesquisado tudo sobre a sua carreira, como aliás de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4094/4823965583_7db7c4de5f.jpg" width="480" height="104" alt="LyleLovett" border="0" /></a></p>
<p>Há quase uma década que lhe ando no encalço. Não sei se foi uma canção do Al Green (Funny How Time Slips Away), que entusiasticamente recomendo, que me levou a bater-lhe à porta, o que é certo é que desde então, e sempre que posso, tenho pesquisado tudo sobre a sua carreira, como aliás de todos aqueles que, de forma mais directa, com ele têm colaborado ao longo de mais de três décadas. Refiro-me em particular ao pianista Matt Rollings e à cantora Francine Reed com a qual Lyle Lovett tem construído, para nosso delícia, duetos soberbos e inesquecíveis, ou, talvez de maneira mais arrebatadora ainda, como sua voz de suporte.</p>
<p>O <a href="http://www.lylelovett.com/" target="_blank" >site oficial</a> de Lovett e o próprio YouTube são mananciais quase intermináveis das obras deste tão peculiar quanto talentoso cantor e compositor norte-americano, infelizmente quase desconhecido nos circuitos musicais portugueses. </p>
<p>O meu contributo para que isso possa ser minimamente colmatado aqui fica.</p>
<p>Um conselho a fechar: Não percam as canções do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FhZAoKHWkTI" target="_blank" >Al Green</a> e de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=k2-qXzEl8ig&#038;feature=related" target="_blank" >Francine Reed</a>, bem como, evidentemente, a do próprio Lyle Lovett já em baixo.</p>
<p><object id="scPlayer" class="embeddedObject" width="480" height="320" type="application/x-shockwave-flash" data="http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/flvplayer.swf" ><param name="movie" value="http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/flvplayer.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="thumb=http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/FirstFrame.jpg&#038;containerwidth=480&#038;containerheight=320&#038;content=http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/Lyle_Lovett_Official_Website.flv&#038;blurover=false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="base" value="http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/" /><video width="480" height="320" controls="controls"><br />  <source src="http://content.screencast.com/users/JoseCosta/folders/Default/media/a4f39c96-4c6e-42fe-8ea1-27a98cf25b3f/Lyle_Lovett_Official_Website.flv" type="video/mp4;" /><br />  <b>Your browser cannot play this video. <a href="http://www.screencast.com/handlers/redirect.ashx?target=viewingembededhelp">Learn how to fix this</a>.</b> </video> </object></p>
<p><span style="font-family: arial black; font-weight: normal; font-size: 1.2em; color: red; letter-spacing: -1px;">Lyle Lovett &#8211; Biografia</span></p>
<hr />
Lyle Lovett foi um dos cantores e compositores norte-americanos mais carismáticos e originais a surgir na década de 80. Embora inicialmente rotulado como um cantor de música <i>country</i>, a etiqueta nunca se encaixou perfeitamente nele. Lovett tinha muito mais em comum com cantores dos anos 70 como por exemplo Guy Clark, Jesse Winchester, Randy Newman, Townes Van Zandt, conseguindo combinar, envolto num inusitado talento, mordacidade lírica com ecletismo musical, variando do <i>country</i> e <i>folk</i> ao <i>swing big-band</i> e <i>pop</i> tradicional.<br />
<br />
<a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7420#more-7420"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1298/4674196054_06fdb44b30.jpg" width="440" height="26" alt="leiamais"  border="0" /></a><br />
<span id="more-7420"></span></p>
<p>Com preocupações literárias e estéticas evidentes, as canções de Lovett de imediato se destacaram do padrão e da fórmula do repertório de Nashville do final dos anos 80, assim como da corrente dos tradicionalistas que, por essa época, davam os primeiros passos na música <i>country</i>. </p>
<p>Inserindo-se numa franja que abarcava seguidores do <i>country</i> e do <i>rock</i> alternativos, Lovett construiu rapidamente uma imagem de marca que viria a ser a espinha dorsal do seu segundo álbum, “Pontiac”, lançado em 1988. Após “Pontiac” a sua audiência <i>country</i> decresceu, mas a sua reputação como compositor e músico continuou a crescer, conseguindo manter um fiel e numeroso conjunto de admiradores ao longo de toda a década de 90.</p>
<p>Nascido em Klein &#8211; uma pequena cidade do estado do Texas, que deve o nome a seu bisavô, um tecelão da Baviera chamado Adam Klein, e que mais tarde se viria a tornar num subúrbio de Houston &#8211; Lovett cresceu no rancho de cavalos da família. Iniciou a sua carreira musical no final da década de 70, quando frequentava a A&#038;M University do Texas, onde estudou jornalismo e alemão. Enquanto estudante, dedicou-se a fazer intervenções interpretando canções originais em festivais locais de música folk e em discotecas. Já formado, foi para a Alemanha, onde continuou a estudar e a compor, cantar e a tocar. A sua carreira como músico profissional só viria a iniciar-se, contudo, após o seu regresso aos Estados Unidos, no início dos anos 80.</p>
<p>Já em casa, começou por actuar em discotecas de todo o Texas, conseguindo, em 1983 um lugar no “Mickey Rooney TV-movie Bill: On his own”.  No ano seguinte,  Nancy Griffith, a quem Lovett entrevistara, em tempos, para o jornal da faculdade, gravou o seu “If I Were the Woman You Wanted&#8221; incluído no álbum “Once in a Very Blue Moon”. Ainda nesse mesmo ano Guy Clark ouviu uma fita de demonstração gravada com canções de Lovett e fê-la chegar a Tony Brown da MCA Records, tendo esta, no ano seguinte, trabalhado na preparação de um contrato de gravação com Lyle. Fez, entetanto, a sua primeira aparição no Fast Folk Magazine, Vol. 2, nº 8, saído nos finais do ano.</p>
<p>Em 1986 assinou com a MCA/Curb o primeiro compromisso profissional, lançando o seu álbum homónimo de estreia no final desse mesmo ano. Lovett recebeu excelentes críticas, tendo visto cinco dos seus singles &#8211; &#8220;Farther Down the Line&#8221;, &#8220;Cowboy Man&#8221;, &#8220;God Will&#8221;, &#8220;Why I Don&#8217;t Know&#8221;, e &#8220;Give Back My Heart&#8221; – alcançarem o topo das tabelas em 40 países. Apesar da forte presença nos <i>hits</i> da música <i>country</i>, ficou claro desde o início que os gostos musicais de Lovett não se ficavam por aí. Com efeito, não se restringindo a isso, ele incorporou o jazz, o folk e o pop no universo <i>country</i>, prolongando as fronteiras de cada um destes géneros musicais. “Pontiac”, o seu segundo álbum, revelou exactamente quão eclético e literato Lovett era. Recebido com criticas extremamente favoráveis quer das revistas <i>country</i> quer daquelas que abordam outras das principais correntes musicais durante o seu lançamento em 1987, “Pontiac” conseguiu alargar as suas audiências até aos mercados do pop e do rock. Muito embora o seu público <i>pop</i> tenha crescido, a sua base de fãs <i>country</i> começou a reduzir-se. &#8220;She&#8217;s No Lady&#8221; e &#8220;I Loved You Yesterday&#8221; conseguiram entrar para os Top 30, mas depois dessas duas canções, nenhuma outra conseguiu entrar para o Top 40 da música <i>country</i>.</p>
<p>Mas pouco importava que a audiência <i>country</i> de Lovett estivesse a desaparecer – “Pontiac” ganhara um número tal de novos admiradores no universo da <i>pop</i> que era suficiente para lhe garantir, mesmo assim, uma forte corrente de seguidores. Para dar corpo a “Pontiac”, ele juntou-lhe a “His Large Band”, que mais não era que um grande grupo modificado com guitarras, um violoncelo, um pianista, instrumentos de sopro e uma cantora de suporte – Francine Reed – especialista em <i>gospel</i>. Lovett gravou o seu terceiro álbum, “Lyle Lovett and His Large Band”, durante uma digressão que fez. Tal como os seus dois predecessores, o álbum foi muito bem recebido pela crítica no seu lançamento no início de 1989, com um bom desempenho comercial, acabando mesmo por chegar ao ouro em termos de vendas. Talvez pelo ecletismo do álbum, criado numa ambiência sonora do jazz, ele produziu apenas um êxito <i>country</i> de pouco significado, “I Married Her Just Because She Looks Like You”, enquanto que a música “Stand by Your Man”, um êxito de Tammy Wynette, acabou por receber uma assinalável atenção dos média.</p>
<p>Após o lançamento de “Lyle Lovett and His Large Band”, Lovett fixou-se na Califórnia, o que prenunciava estar a abandonar o country. Depois de se instalar em Los Angeles, passou os dois anos seguintes a trabalhar no seu quarto álbum. Em 1990 lançou “Walter Hyatt&#8217;s King Tears”. No ano seguinte cantou no Leo Kottke&#8217;s Great Big Boy e teve uma participação com a canção &#8220;Friend of the Devil&#8221; num álbum–tributo. Também em 1991 fez a sua primeira aparição como actor no filme “The Player” de Robert Altman, um êxito de bilheteira, lançado na Primavera de 1992.</p>
<p>Poucos meses depois, Lovett lançou “Joshua Judges Ruth”, o seu quarto álbum. Fortemente influenciado pelo <i>gospel</i> e pelo <i>Rhythm &#038; Blues</i>, este foi o seu disco de maior sucesso até ao momento, atingindo a posição 57 (em 200) da tabela da Billboard e conseguindo o ouro. O álbum foi ignorado pelas rádios de música <i>country</i>, mas as audiências <i>pop</i> atingiram um recorde, vindo Lovett a tornar-se um ícon nas rádios alternativas e na VH1.</p>
<p>Muito embora o sucesso de “Joshua Judges Ruth”, Lovett viria a tornar-se uma super-estrela em 1993 mas por razões muito diferentes dessa: o seu casamento com a actriz Júlia Roberts. Depois do anúncio do seu casamento, Lovett viria a ficar sujeito ao jogo dos fabricantes de mexericos e da imprensa tablóide, catapultando-o a um nível de fama que não tinha experimentado antes. O primeiro projecto de Lylle Lovett após o seu casamento foi um papel em “Short Cuts” um filme de Altman, de 1993. Não viria, entretanto, a lançar qualquer outro álbum até o Outono de 1994, altura em que “I Love Everibody” chegou às lojas e que englobava um conjunto de canções que Lovett escrevera entre o final dos anos 70 e início da década seguinte. “I Love Everibody” continuou o seu afastamento do <i>country</i> e foi o primeiro indício de não querer ampliar o seu público a qualquer preço. Depois de entrar para as tabelas na 26ª posição, manteve-se aí durante 13 semanas, não conseguindo, contudo, vir a obter o ouro.</p>
<p>Lovett e Roberts divorciaram-se na Primavera de 1995 e Lyle começou a afastar-se progressivamente da ribalta, passando o resto do ano a viajar e a escrever. Ressurgiria no Verão de 1996, com “The Road to Ensenada”, o primeiro álbum desde “Pontiac” a ser dominado por canções de música <i>country</i>. Para além do bom desempenho nas tabelas da <i>pop music</i>  para onde entrou na 24ª posição, “The Road to Ensenada” comportou-se brilhantemente nas tabelas <i>country</i> entrando directamente para a quarta posição.</p>
<p>O duplo álbum “Step Inside This House” que se lhe seguiu em 1998, era constituído basicamente por material pouco conhecido, escrito por alguns dos compositores favoritos de Lovett, muitos dos quais originários do Texas. Em 1999, Lovett lançou a primeira gravação de um seu espectáculo ao vivo, “Live in Texas”, seguindo-se, um ano depois, a banda sonora para “Dr. T &#038; The Woman”, um novo filme de Altman. “Smile”, uma coleção de canções gravadas para bandas sonoras de diferentes filmes, surgiu em 2003, seguida, no mesmo ano, por  “My Baby Don&#8217;t Tolerate on Lost Highway”. Com a mesma etiqueta foram lançados, em 2007,  “It&#8217;s Not Big It&#8217;s Large” e “Natural Forces” em 2009.</p>
<p><head><br />
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		<title>Adeus Lutécia</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 22:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jdc</dc:creator>
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Que andam por aí em cima das nossas cabeças parece-me que já ninguém questiona. Que possam, contudo, cair em cima delas reduzindo-nos a esterco, é uma possibilidade à qual nem todos os crentes dão fé.
Mas que pode acontecer, lá isso pode, e se os astrofísicos não falam com mais insistência nessa quase inevitabilidade é porque, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4137/4821235946_05e7fe53e1.jpg" width="380" height="219" alt="Gerasimenko1" border="0" /></a><br />
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<hr />
Que andam por aí em cima das nossas cabeças parece-me que já ninguém questiona. Que possam, contudo, cair em cima delas reduzindo-nos a esterco, é uma possibilidade à qual nem todos os crentes dão fé.</p>
<p>Mas que pode acontecer, lá isso pode, e se os astrofísicos não falam com mais insistência nessa quase inevitabilidade é porque, como pessoas sensatas que são, têm consciência da impotência humana perante uma eventualidade dessa magnitude e, o que seria bem mais incontrolável, o clima de pánico que a insistência em notícias desse género certamente não deixaria de gerar. Tal como aconteceu, aliás, em 1910, quando o cometa Halley <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,520868,00.html" target="_blank">passou</a> próximo da Terra.</p>
<p>Tudo isto vem a propósito de uma belíssima imagem que me chegou numa <em>newsletter</em> que recebi hoje da NASA e cujo texto, da responsabilidade dessa agência espacial, apresento em baixo.</p>
<hr />
<p><em>A caminho do seu encontro com o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, programado para 2014, a nave da Agência Espacial Europeia Roseta, com instrumentos da NASA a bordo, passou pelo asteróide Lutécia, no sábado, 10 de Julho.</p>
<p>Os instrumentos a bordo da Roseta registaram a primeira imagem próxima &#8211; que se apresenta acima &#8211; de um dos maiores asteróides até agora abordados por uma nave espacial. Foram feitas medições para obter a massa do abjecto, compreender as propriedades da crosta da superfície do asteróide, o registo do vento solar na vizinhança, bem como procurar evidências de atmosfera na sua superfície.</p>
<p>A nave espacial  passou pelo asteróide a uma distância mínima de 3.160 quilómetros, à velocidade de 15 km por segundo, completando uma volta completa em apenas um minuto. Pouco depois da maior aproximação, Roseta iniciou a transmissão de dados para a Terra a fim de serem processadas.</p>
<p>O asteróide Lutécia constituiu um mistério durante muitos anos. Telescópios do sistema de observação terrestre mostraram que apresenta características desconcertantes. Se nalguns aspectos se assemelha a um organismo primitivo, do chamado Tipo-C, daqueles que sobraram da formação do sistema solar, noutros parece assemelhar-se àqueles que são constituídos por ferro, do Tipo-M, de cor avermelhada a associados a fragmentos de corpos celestes de muito maior dimensão.</em><br />
<head><br />
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		<title>Garota de Ipanema</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 17:19:44 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos difíceis como estes, de uma crise que, pelos vistos, tem prazo de validade mais dilatado que os pickles da Ferbar, a atitude, se não a mais inteligente, pelo menos aquela que menos riscos de cairmos num fenómeno depressivo de irreversibilidade garantida nos fará correr, é desligarmo-nos de tudo aquilo que tenha a ver com discussões sobre o estado da nação ou com revisões constitucionais talhadas à justa medida de um Cavaco Silva presidente e chefe do governo  em simultâneo, e dedicarmo-nos à música.</p>
<p>E vai mais longe o meu conselho, como se poderá ver de seguida. Reparem:</p>
<p>Garota de Ipanema, melodia composta em 1962 por Tom Jobim e a que no ano seguinte se viria a juntar a letra escrita por Vinícius de Morais, é, ainda hoje, a música de Bossa Nova mais divulgada a nível planetário.</p>
<p>Para quem quiser aprender a tocá-la no violão, aqui fica uma das versões disponíveis no YouTube, aquela cuja tonalidade em que é interpretada me pareceu de execução mais acessível e talvez menos problemática.</p>
<p><object width="446" height="278"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wrqNCyXYuT0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1?rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wrqNCyXYuT0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="446" height="278"></embed></object></p>
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		<title>Infausto acontecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:33:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; Mataram com seis tiros de revolver de calibre 6 ponto 3 o senhor presidente da Câmara Municipal pensa-se que de Oeiras. Mais notícias sobre este trágico atentado, que está a pôr em estado de choque o país inteiro, dentro de breves instantes. tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; 
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><marquee behavior=scroll width=100%; style="font-size:20px; color: white; background-color: black; font-family: arial;" >tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; Mataram com seis tiros de revolver de calibre 6 ponto 3 o senhor presidente da Câmara Municipal pensa-se que de Oeiras. Mais notícias sobre este trágico atentado, que está a pôr em estado de choque o país inteiro, dentro de breves instantes. tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; tiriri&#8230; </marquee></p>
<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=7099&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Num Corpo Só</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 12:40:25 +0000</pubDate>
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<div id="pfButton"><a href="http://abaixoopresidente.com/?p=6854&pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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